terça-feira, 7 de setembro de 2010

O mestre é este

Outros dizem-se...


quinta-feira, 10 de junho de 2010

4 de 12 "BLACK PUR"

Tanto tempo sem postar. Por vezes esperar vale a pena.
É, no meu entender, o caso destas 4 gravuras que fazem parte de um conjunto de 12 e que terão uma apresentação digna do mestre.

Esperem mais um "cachito" para ver o conjunto, que eu também...













segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Escultura em bronze

Com 14x15x17cm, é das poucas esculturas que conheço do Daniel. A outra está mais abaixo...





quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O julgamento do louco

Tradução livre do título desta sanguínea do DH


quarta-feira, 17 de junho de 2009

Mãe?

Porque não tenho tido tempo e porque não passaram 9 mêses.

domingo, 29 de março de 2009

Porque as palavras podem ter tinta

Escrevo com o nervo do catarro do cigarro ainda não fumado estou pretensamente contaminado antes do cancro que chega em forma de escarro ou moral (corrijo, chamada de atenção em letras ainda mais inanimadas na bula do fármaco apreensivo com o meu vicio fumegante) e ainda falo do mesmo isto é do cigarro não fumado e catarro associado, falo do imposto agravado que devo nesse preciso momento apenas por ter a minha fotografia na lista online do fisco .
Fumei tabaco de contrabando e a tosse não melhorou.
A minha vida, ainda ontem, porra, ainda ontem, tinha tanto sentido aquele definido pela brisa com mar e pôr-do-sol que eu pensava ser feito do último sopro dos meus pulmões conhecidos como as vagens negras que se vendem nas bocas das fábricas que a pompa circunstancial dos impolutos e sem apego ao tabaco apelidam de revolução industrial. Acreditava, amigo, que a minha vida estava escrita na ponta de uma beata que riscava no chão onde podia pisar. Hoje vejo televisão.
Já não há cravas.

Lopes

segunda-feira, 23 de março de 2009

Peixe azul

Aqui está uma tela de uma série dos anos 90. Tons fabulosos.
Está sem nome e mede 60x80.

Porque certos anonimatos são bem vindos:

Daisy, do you feel the bubbles that make your hair fly?
It's thin air in deep waters. Somehow they've got to emerge. Can we?

"I can see for miles and miles"


segunda-feira, 2 de março de 2009

Escultura

Aqui está uma raridade.
O Daniel não tem muitas esculturas no seu percurso artístico.
Esta está comigo e disponível para venda.
É uma peça com 20x21x17 em bronze. Há duas. A outra está muito bem entregue ao JMB.


mm diz:

- Por favor, continue - dizia Daisy, enquanto chupava o cigarro até à incandescência.
Tinha um ar rarefeito. E estava.
Precisava de palavras apesar de o momento sugerir, antes, oxigénio.



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Velazques

É a única imagem que consegui desta obra. Espero conseguir uma imagem que a pintura merece.
É uma grande tela grande...

No entretanto, sonegado de um blog amigo, aqui fica arte escrita:


LÁGRIMA

Uma lágrima de sal
faz-se mar !
(Ele já era tão grande e ignoto !)
Transformando em oceano
O rio debruado de ausências
Que ao passar chamei de Douro(Nele busco o bom Porto….
Nele procuro consolo……
Nele perco-me no sonho……)

Vislumbro o teu olhar marejado
Que me traz no assombro.
E tremo mais um pouco
(Que ânsias são estas que roem o meu corpo ? )

Sentada no cais de vagas ausentes
Precipitas uma lágrima de céu
Faz-se azul !
Eu sabia o mar feito dessa luz
Mas só o azul puro no teu olhar
É o justo reflexo celeste

Envolvido nos braços da saudade
Solto uma lágrima de sol,
faz-se néctar !
Doce e sedutor
Feito do sabor
do último beijo que me deste.

Miguel Mansilha




velazques

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Sem título, para já, como sempre

Paulo Alves diz:

Cavaleiro Andante

Porque sou o cavaleiro andante
Que mora no teu livro de aventuras
Podes vir chorar no meu peito
As mágoas e as desventuras

Sempre que o vento te ralhe
E a chuva de maio te molhe
Sempre que o teu barco encalhe
E a vida passe e não te olhe

Porque sou o cavaleiro andante
Que o teu velho medo inventou
Podes vir chorar no meu peito
Pois sabes sempre onde estou

Sempre que a rádio diga
Que a américa roubou a lua
Ou que um louco te persiga
E te chame nomes na rua

Porque sou o que chega e conta
Mentiras que te fazem feliz
E tu vibras com histórias
De viagens que eu nunca fiz

Podes vir chorar no meu peito
Longe de tudo o que é mau
Que eu vou estar sempre ao teu lado
No meu cavalo de pau .





quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Beijo especial

Que um 2009 corajoso aconteça. Duas artes juntas será o meu mote. Ou três. Ou mais.


mm disse (noutro contexto, mas disse):

Casa-Avó
A minha casa recheia de vida inflada como um balão
encontro gente e sou também eu presente como a lareira
sou sorriso ou o crepitar quando estamos em casa nunca
estamos mal nunca estamos mal caro senhor tire o chapéu
porque se é amigo entra amigo a casa é sua se não é
também lhe digo é melhor ficar na rua não sei porque digo
redigo esta frase como se estivesse escrita desde sempre
num livro antigo e sem pó só digo porque tenho este azulejo
com um cortejo de palavras que fazem tanto sentido em vez
de uma porta a abrir caminho para esta casa que é o nosso
abrigo mesmo que falte calor nesta terra que sendo nossa
não a podemos negar temos esta casa que tudo há-de curar
e esta terra um dia poderá vingar pelo sim pelo não vamos
fazendo deste o nosso chão. Aconchego-me a um canto e
faço-me um ângulo ou encanto.



beijo d´uva - nome de vinho que perfilhou outra arte.

Água forte.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Trabalho actual / 2008

Esta tela está, ainda, no atelier do Daniel. Penso que tem 120x120cm e é um óleo s/tela.
Não sei o nome. Mas vou saber.
Desta "colecção" adquiri uma tela. Tem grande qualidade técnica e os gostos discutem-se.

Para os possíveis interessados: creio que está à venda.


JMB disse:

Esta é uma grande tela. Minha opinião, valendo ou não. Como a qualquer bolha está prestes a não ser. E assim inflada, haverá quem diga que vai para o céu. Aguardemos.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Homem - sonho

O homem-sonho viu a sua vida reflectida numa factura suja e truncada, entregue pela valentia do homem-funcional-fim-de-mês-sff, com chapéu e crachá a dizer o contrário (todo sério) ou antes o mesmo (mesmo sério), valendo-se do seríssimo paradoxo para solicitar o pagamento, porque urge (quase sempre) emitir (regurgitar) o recibo. O homem-sonho pensou ter perdido toda a esperança e/ou dinheiro (não, o dinheiro não, só a esperança, porque não há dinheiro que pague o vazio, não há). Fugiu para a montanha mais azul fuligem e guardou nos bolsos vazios o amanhã, caso um dia necessitasse encontrar o caminho de volta. Resguardou-se na companhia do bicho para nunca mais fazer de conta. Ainda não ressuscitou.
mm
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Paulo Alves disse:
visto de outra perspectiva:"quando aqueles que chegavam olhavam os que partiam os que partiam choravam os que ficavam sorriam"(empréstimo de Cesariny)

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Mulher

Espero comentários. para mim chega olhar.



sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Urbe com plantas de uma cor só

O olhar desconfiado do momento, neste país de brincadeira.
Vamos cantando e rindo com as mentiras dos corruptos vencedores.
Nas folhagens escondidos.

Não sei título, tamanho e essas coisas...
É um óleo bem pintado, com a alma de sempre.

JMB disse:

O tom outonal com lágrimas prometidas para o inverno são dores na coluna com desvio acentuado pelo sopro frio e escuro que alimenta a teia, mas a tela suplanta a dor e nem sequer revela o esgar, apenas mantém a dúvida. Ou será curiosidade?